Um espaço para olhar para a sua história e perceber o que foi sendo aprendido, vivido e incorporado na sua relação com o dinheiro.
Sem compromisso. É só um espaço para olhar.


Fundadora da Marca Thaise Tevah, ela trabalha com desenvolvimento humano através do seu método próprio, o VDI — Ver, Desconstruir, Integrar, que une Constelação Familiar, Barras de Access e Mapeamento Sistêmico. Atende em Porto Alegre e online para todo o Brasil.
Seu trabalho não parte de respostas prontas. Parte de perguntas que ampliam a percepção e permitem que novas possibilidades possam existir.
Nem sempre a nossa relação com o dinheiro começa nas escolhas que fazemos hoje.
Existem crenças, experiências e padrões que aprendemos ao longo da vida e que podem continuar influenciando a maneira como recebemos, gastamos, guardamos, cobramos e permitimos que a prosperidade faça parte da nossa realidade.
Este workshop é um convite para olhar para isso com mais consciência.
Antes de mudar a forma como nos relacionamos com o dinheiro, pode ser importante perceber de onde essa relação começou.
O que você viu?
O que você ouviu?
O que aprendeu a associar ao dinheiro?
O que passou a acreditar sobre receber, gastar, guardar, cobrar ou ter?
Perceber as experiências, crenças e padrões que fazem parte da sua história com o dinheiro.
Questionar aquilo que um dia fez sentido, mas que talvez hoje já não precise continuar definindo a sua relação com o dinheiro.
Levar essa nova percepção para escolhas mais conscientes na forma como você recebe, gasta, guarda, cobra e se relaciona com o dinheiro.
Se fizer sentido para ti, te encontro nesse workshop.
Quero participarProsperidade não é apenas acumular. É ampliar a possibilidade de escolher como você quer viver, receber, trabalhar, se relacionar com o dinheiro e construir a própria realidade.
Mas, para escolher diferente, talvez seja necessário primeiro perceber o que você aprendeu sobre dinheiro antes mesmo de ter dinheiro.
Talvez a mudança não comece no dinheiro. Talvez comece no lugar de onde você olha para ele.
Sem compromisso — é só um espaço para olhar.